Nascida em 1984 na cidade de Wamel na Holanda, Iris Van Herpen se formou como designer de moda no ARTEZ e realizou estágios para nada mais que Alexander McQueen e Jongstra Claudy. Com essa bela bagagem aliada ao talento, a estilista começou sua carreira com o pé direito e ao lançar sua marca em 2007 o sucesso foi imediato. Criando peças que transcendem o universo da moda e se confundem com verdadeiras obras de arte, Herpen é uma profissional a frente de seu tempo que empurra os padrões estéticos atuais para outro patamar. Regras não se aplicam a suas criações.

Nesta coleção, intitulada de Hybrid Holism, a inspiração veio de organismos microscópicos onde a artista faz peças de grande impacto visual e lança mão de técnicas inovadoras como a impressão 3D. Com um estilo super high-tech e futurístico usa sintéticos e metalizados, rendas de silicone, cobre, couro ecológico e peles de acrílico e mescla técnicas artesanais esquecidas com a inovação de materiais de um novo mundo. Trabalho memorável e atemporal que seguramente garante um espaço a Iris na história da moda e da arte!

Já faz tempo que sou um verdadeiro aficionado pelo trabalho do designer Rodrigo Braga ou Maltchique se preferir. Com uma criatividade fora do comum, Rodrigo explora em seus trabalhos um universo elegante e sofisticado mas nada óbvio.

Natural de Pouso Alegre em MG se mudou para São Paulo para estudar e logo seu talento foi reconhecido. Atuou como diretor de arte para clientes importantes como Nestlé, Johnson & Johnson e Coca-Cola.  Mas foram seus projetos particulares e para clubs noturnos, onde ele podia expor sua criatividade com liberdade, os que mais me chamaram a atenção.

Atualmente Rodrigo integra o time da poderosa agência Sid Lee em Amsterdam e vem recebendo elogios a cada trabalho realizado consolidando cada vez mais seu nome como um dos melhores profissionais da área.

Aqui, o designer explora seu talento como fotógrafo, transformando a imagem através de lindos efeitos e mais uma vez surpreende. Conheça mais em Rodrigo Maltchique.  

Madrid, uma cidade já repleta de cultura, ganha mais um magnífico espaço dedicado à sétima arte. Transformado pelas mãos dos arquitetos Churtichaga e Salcedo, uma antiga fábrica em Matadero virou um memorável espaço cultural intitulado de “Cineteca Cinema Center”.

No exterior a antiga estrutura foi reforçada e o interior envolto por tubos de borracha e painéis de madeira o que trouxe um ar de mistério ao ambiente. Com inspiração na obra “Carcaça de Boi”, de Rembrandt, o projeto do teatro ganha todo um efeito dramático através do jogo de luz e sombras, que permite ao visitante viajar por este mundo cinematográfico.  

Inaugurado no ano de 2011, o espaço já é destino concorrido aqueles que visitam a capital, e prova que mesmo em época de crise os espanhóis investem e respiram arte. Bravo !

Depois da modelo Coco Rocha, ter postado em seu blog uma versão dos moletons virtuais da Sexy-Sweaters, o tumblr dos criativos Alec e Greta caiu no gosto dos aficionados por moda e ultrapassou as fronteiras da internet. O sucesso foi tamanho que a dupla ganhou destaque na MTV Estilo, Vice Magazine e revistas impressas como a I Like My Style e Husk logo depois de colocarem seu blog no ar.

A ideia é simples, mas nem por isso deixa de ser genial, e consiste em pegar o molde do tradicional moletom básico e transforma-lo através de belos gráficos no photoshop. Os pedidos para venda dos modernos agasalhos foi enorme e hoje eles já começaram, de forma ainda tímida, a comercializar algumas peças. Veja mais em Sexy Store.

Após a saída do estilista Thierry Mugler, com um último desfile em julho de 2000, a casa de alta costura que levava seu nome, entrou praticamente em total ostracismo por quase uma década. A história começou a mudar com a entrada de Nicola Formichetti como novo diretor criativo da marca, que agora sob o seu comando passa a ser chamada apenas de MUGLER. A fórmula deu certo, e logo na primeira coleção apresentada em Paris no ano de 2011 todos os holofotes se voltaram novamente para a casa.  
Este ano, na cia do designer Sébastien Peigné, a Mugler aparece com uma ideia nova e coesa para a coleção resort 2013. Com forte influência futurista e japonesa, suas roupas são compostas por saias e calças de cintura alta, ombros quase quadrados, silhuetas estruturadas e uma paleta de cores baseada no branco, vermelho, cinza, preto e uma pitada de rosa. Sucesso de crítica que consolida ainda mais o nome de Nicola a frente da MUGLER. 
Zoom Info
Após a saída do estilista Thierry Mugler, com um último desfile em julho de 2000, a casa de alta costura que levava seu nome, entrou praticamente em total ostracismo por quase uma década. A história começou a mudar com a entrada de Nicola Formichetti como novo diretor criativo da marca, que agora sob o seu comando passa a ser chamada apenas de MUGLER. A fórmula deu certo, e logo na primeira coleção apresentada em Paris no ano de 2011 todos os holofotes se voltaram novamente para a casa.  
Este ano, na cia do designer Sébastien Peigné, a Mugler aparece com uma ideia nova e coesa para a coleção resort 2013. Com forte influência futurista e japonesa, suas roupas são compostas por saias e calças de cintura alta, ombros quase quadrados, silhuetas estruturadas e uma paleta de cores baseada no branco, vermelho, cinza, preto e uma pitada de rosa. Sucesso de crítica que consolida ainda mais o nome de Nicola a frente da MUGLER. 
Zoom Info
Após a saída do estilista Thierry Mugler, com um último desfile em julho de 2000, a casa de alta costura que levava seu nome, entrou praticamente em total ostracismo por quase uma década. A história começou a mudar com a entrada de Nicola Formichetti como novo diretor criativo da marca, que agora sob o seu comando passa a ser chamada apenas de MUGLER. A fórmula deu certo, e logo na primeira coleção apresentada em Paris no ano de 2011 todos os holofotes se voltaram novamente para a casa.  
Este ano, na cia do designer Sébastien Peigné, a Mugler aparece com uma ideia nova e coesa para a coleção resort 2013. Com forte influência futurista e japonesa, suas roupas são compostas por saias e calças de cintura alta, ombros quase quadrados, silhuetas estruturadas e uma paleta de cores baseada no branco, vermelho, cinza, preto e uma pitada de rosa. Sucesso de crítica que consolida ainda mais o nome de Nicola a frente da MUGLER. 
Zoom Info
Após a saída do estilista Thierry Mugler, com um último desfile em julho de 2000, a casa de alta costura que levava seu nome, entrou praticamente em total ostracismo por quase uma década. A história começou a mudar com a entrada de Nicola Formichetti como novo diretor criativo da marca, que agora sob o seu comando passa a ser chamada apenas de MUGLER. A fórmula deu certo, e logo na primeira coleção apresentada em Paris no ano de 2011 todos os holofotes se voltaram novamente para a casa.  
Este ano, na cia do designer Sébastien Peigné, a Mugler aparece com uma ideia nova e coesa para a coleção resort 2013. Com forte influência futurista e japonesa, suas roupas são compostas por saias e calças de cintura alta, ombros quase quadrados, silhuetas estruturadas e uma paleta de cores baseada no branco, vermelho, cinza, preto e uma pitada de rosa. Sucesso de crítica que consolida ainda mais o nome de Nicola a frente da MUGLER. 
Zoom Info
Após a saída do estilista Thierry Mugler, com um último desfile em julho de 2000, a casa de alta costura que levava seu nome, entrou praticamente em total ostracismo por quase uma década. A história começou a mudar com a entrada de Nicola Formichetti como novo diretor criativo da marca, que agora sob o seu comando passa a ser chamada apenas de MUGLER. A fórmula deu certo, e logo na primeira coleção apresentada em Paris no ano de 2011 todos os holofotes se voltaram novamente para a casa.  
Este ano, na cia do designer Sébastien Peigné, a Mugler aparece com uma ideia nova e coesa para a coleção resort 2013. Com forte influência futurista e japonesa, suas roupas são compostas por saias e calças de cintura alta, ombros quase quadrados, silhuetas estruturadas e uma paleta de cores baseada no branco, vermelho, cinza, preto e uma pitada de rosa. Sucesso de crítica que consolida ainda mais o nome de Nicola a frente da MUGLER. 
Zoom Info
Após a saída do estilista Thierry Mugler, com um último desfile em julho de 2000, a casa de alta costura que levava seu nome, entrou praticamente em total ostracismo por quase uma década. A história começou a mudar com a entrada de Nicola Formichetti como novo diretor criativo da marca, que agora sob o seu comando passa a ser chamada apenas de MUGLER. A fórmula deu certo, e logo na primeira coleção apresentada em Paris no ano de 2011 todos os holofotes se voltaram novamente para a casa.  
Este ano, na cia do designer Sébastien Peigné, a Mugler aparece com uma ideia nova e coesa para a coleção resort 2013. Com forte influência futurista e japonesa, suas roupas são compostas por saias e calças de cintura alta, ombros quase quadrados, silhuetas estruturadas e uma paleta de cores baseada no branco, vermelho, cinza, preto e uma pitada de rosa. Sucesso de crítica que consolida ainda mais o nome de Nicola a frente da MUGLER. 
Zoom Info
Após a saída do estilista Thierry Mugler, com um último desfile em julho de 2000, a casa de alta costura que levava seu nome, entrou praticamente em total ostracismo por quase uma década. A história começou a mudar com a entrada de Nicola Formichetti como novo diretor criativo da marca, que agora sob o seu comando passa a ser chamada apenas de MUGLER. A fórmula deu certo, e logo na primeira coleção apresentada em Paris no ano de 2011 todos os holofotes se voltaram novamente para a casa.  
Este ano, na cia do designer Sébastien Peigné, a Mugler aparece com uma ideia nova e coesa para a coleção resort 2013. Com forte influência futurista e japonesa, suas roupas são compostas por saias e calças de cintura alta, ombros quase quadrados, silhuetas estruturadas e uma paleta de cores baseada no branco, vermelho, cinza, preto e uma pitada de rosa. Sucesso de crítica que consolida ainda mais o nome de Nicola a frente da MUGLER. 
Zoom Info
Após a saída do estilista Thierry Mugler, com um último desfile em julho de 2000, a casa de alta costura que levava seu nome, entrou praticamente em total ostracismo por quase uma década. A história começou a mudar com a entrada de Nicola Formichetti como novo diretor criativo da marca, que agora sob o seu comando passa a ser chamada apenas de MUGLER. A fórmula deu certo, e logo na primeira coleção apresentada em Paris no ano de 2011 todos os holofotes se voltaram novamente para a casa.  
Este ano, na cia do designer Sébastien Peigné, a Mugler aparece com uma ideia nova e coesa para a coleção resort 2013. Com forte influência futurista e japonesa, suas roupas são compostas por saias e calças de cintura alta, ombros quase quadrados, silhuetas estruturadas e uma paleta de cores baseada no branco, vermelho, cinza, preto e uma pitada de rosa. Sucesso de crítica que consolida ainda mais o nome de Nicola a frente da MUGLER. 
Zoom Info
Após a saída do estilista Thierry Mugler, com um último desfile em julho de 2000, a casa de alta costura que levava seu nome, entrou praticamente em total ostracismo por quase uma década. A história começou a mudar com a entrada de Nicola Formichetti como novo diretor criativo da marca, que agora sob o seu comando passa a ser chamada apenas de MUGLER. A fórmula deu certo, e logo na primeira coleção apresentada em Paris no ano de 2011 todos os holofotes se voltaram novamente para a casa.  
Este ano, na cia do designer Sébastien Peigné, a Mugler aparece com uma ideia nova e coesa para a coleção resort 2013. Com forte influência futurista e japonesa, suas roupas são compostas por saias e calças de cintura alta, ombros quase quadrados, silhuetas estruturadas e uma paleta de cores baseada no branco, vermelho, cinza, preto e uma pitada de rosa. Sucesso de crítica que consolida ainda mais o nome de Nicola a frente da MUGLER. 
Zoom Info
Após a saída do estilista Thierry Mugler, com um último desfile em julho de 2000, a casa de alta costura que levava seu nome, entrou praticamente em total ostracismo por quase uma década. A história começou a mudar com a entrada de Nicola Formichetti como novo diretor criativo da marca, que agora sob o seu comando passa a ser chamada apenas de MUGLER. A fórmula deu certo, e logo na primeira coleção apresentada em Paris no ano de 2011 todos os holofotes se voltaram novamente para a casa.  
Este ano, na cia do designer Sébastien Peigné, a Mugler aparece com uma ideia nova e coesa para a coleção resort 2013. Com forte influência futurista e japonesa, suas roupas são compostas por saias e calças de cintura alta, ombros quase quadrados, silhuetas estruturadas e uma paleta de cores baseada no branco, vermelho, cinza, preto e uma pitada de rosa. Sucesso de crítica que consolida ainda mais o nome de Nicola a frente da MUGLER. 
Zoom Info

Após a saída do estilista Thierry Mugler, com um último desfile em julho de 2000, a casa de alta costura que levava seu nome, entrou praticamente em total ostracismo por quase uma década. A história começou a mudar com a entrada de Nicola Formichetti como novo diretor criativo da marca, que agora sob o seu comando passa a ser chamada apenas de MUGLER. A fórmula deu certo, e logo na primeira coleção apresentada em Paris no ano de 2011 todos os holofotes se voltaram novamente para a casa.  

Este ano, na cia do designer Sébastien Peigné, a Mugler aparece com uma ideia nova e coesa para a coleção resort 2013. Com forte influência futurista e japonesa, suas roupas são compostas por saias e calças de cintura alta, ombros quase quadrados, silhuetas estruturadas e uma paleta de cores baseada no branco, vermelho, cinza, preto e uma pitada de rosa. Sucesso de crítica que consolida ainda mais o nome de Nicola a frente da MUGLER. 

Apaixonado por mídia digital, cinema e produções de TV, o polonês nascido em Cracóvia Mateusz Sypien, vem ganhando destaque no universo do design. Com o codinome Digimental o freelancer, que iniciou sua carreira em 2008, já faturou alguns prêmios importantes e vem aumentando seu reconhecimento e exposição pelo mundo afora.

Matt desencadeia toda sua criatividade através de uma variedade de técnicas como ilustração digital, web design, papercrafts, cinema e por aí vai. Conheça mais sobre o artista em Dreams come true!

O provérbio birmanês, “beware of a man’s shadow and a bee’s sting”, foi o tema de inspiração para o novo trabalho da ilustradora canadense Tara Dougans. O projeto, concebido como um editorial animado, mistura personagens ilustrados vestidos com sete peças lúdicas apresentadas na temporada de moda masculina de Paris, que aconteceu em janeiro. Dries Van Noten, Juun.J, Alber Elbaz, Thom Browne, Riccardo Tisci, Walter Van Beirendonck e Kim Jones foram os estilistas que serviram de referência para a artista.

O australiano Leif Podhajsky é um conhecido diretor de criação no meio da música. O artista realiza trabalhos para diversas bandas e gravadoras ao redor do mundo com a construção de capas e álbuns realmente memoráveis. Seu trabalho é baseado na psicodelia, natureza e grafismos onde ele transforma o seu vasto arquivo de imagens, fotos, texturas e recortes em uma estética que meche com os sentidos do espectador.

Podhajsky agora quer se enveredar pelo universo da moda e já promete lançar uma linha de camisetas, moletons e cachecóis estampados com sua arte. Ainda não há previsão de lançamento, mas ele já vem anunciando a novidade para seus fãs. Aguardamos ansiosos.

O Memorial da América Latina foi o local escolhido para receber a 31° edição da Casa de Criadores, que teve início na última sexta 22 de junho. Inaugurado em 1997, o evento é hoje a principal vitrine para revelação de novos talentos e trabalhos autorais de estilistas de todo o Brasil.

Nos dois dias de evento foram realizados 26 desfiles, sendo duas apresentações coletivas com direção de Alexandre Herchcovitch e Jum Nakao.  

Acima os dez destaques da nossa lista.

(fotos: Zé Takahashi)

To Tumblr, Love Pixel Union
contador de visitas gratis